Peça agora o seu cartão também pelo telefone: 0800 729 2071

comunicação não violenta
Trabalho 11 de maio de 2022

Comunicação não violenta: como e por que praticá-la?

Já ouviu falar em comunicação não violenta? Se não, anote esse termo, pois ele pode ser muito importante para ter um melhor relacionamento interpessoal e conseguir ótimas oportunidades tanto na vida profissional quanto na social. O conceito se popularizou bastante nos últimos anos, devido aos benefícios que ele traz para a criação de relações mais […]

Já ouviu falar em comunicação não violenta? Se não, anote esse termo, pois ele pode ser muito importante para ter um melhor relacionamento interpessoal e conseguir ótimas oportunidades tanto na vida profissional quanto na social.

O conceito se popularizou bastante nos últimos anos, devido aos benefícios que ele traz para a criação de relações mais saudáveis. Afinal, fazer uma análise sobre a forma como nos comunicamos ajuda também a identificar detalhes na fala que podem magoar as outras pessoas, sem que nos demos conta.

Sendo assim, que tal deixar de lado essas microviolências ao adotar uma comunicação mais positiva e acolhedora? Neste post, entenda como essa prática pode ser aplicada no dia a dia!

O que é a comunicação não violenta?

A comunicação não violenta, também conhecida como CNV, é um conceito criado pelo psicólogo Marshall Rosemberg. Em seu livro, “Non-violent Comunication”, o autor propõe a ideia de aprendermos a nos relacionar com outras pessoas por meio da prática da escuta e da fala mais ativas e eficientes.

De forma simples, a CNV incentiva o uso de palavras mais empáticas durante as conversas, independentemente de qual seja o público e a intimidade que você tem com a outra parte. 

Ou seja, a comunicação não violenta estimula uma avaliação sobre as palavras usadas no dia a dia. Assim, é possível fazer o uso de termos mais acolhedores e que não firam as outras pessoas, sejam elas amigos, familiares ou, até mesmo, quem você não tem muita afinidade. 

Para que a comunicação não violenta serve?

A CNV serve para melhorar o diálogo e garantir que, durante uma conversa, duas ou mais pessoas sejam ouvidas e possam falar igualmente, sem invadirem a liberdade uma das outras.

É interessante mencionar também que buscar uma comunicação menos violenta no dia a dia ajuda a trabalhar ótimas habilidades internas, como a empatia, a compaixão e a compreensão. Não é à toa que se trata de uma competência muito útil aos relacionamentos no trabalho, na família e nas amizades, no geral.

Outro ponto importante sobre a CNV é que a prática ajuda em seu desenvolvimento pessoal. Afinal, tendemos a acolher mais as outras pessoas principalmente quando lidamos bem com as nossas questões internas.

Como utilizar uma comunicação não violenta?

Que tal experimentar a comunicação não violenta no dia a dia? Para isso, é importante adotar alguns hábitos na hora de iniciar um diálogo com outras pessoas. A seguir, veja bons exemplos! 

Pratique a escuta ativa

É natural que, durante uma conversa, tenhamos a tendência de falar bastante, principalmente quando o assunto é interessante. Em relações mais íntimas, como com os amigos, familiares e parceiros românticos, também nos sentimentos mais à vontade para falar sobre nós mesmos.

Não há problema algum nisso. No entanto, é importante que as outras pessoas também tenham espaço para falar e serem ouvidas. Inclusive, isso é fundamental para evitar e resolver conflitos.

Por isso, tente praticar a escuta ativa. Trata-se de ouvir, com atenção e interesse, o que os outros têm a dizer. A partir disso, quando for aberto um espaço, você pode contribuir com o que desejar, buscando fazer sempre comentários empáticos, ainda que não concorde com a opinião ou com o posicionamento alheio.

Tenha empatia

Apesar de ser um termo muito falado, essa é uma habilidade complicada de ser praticada no dia a dia. Afinal, colocar-se no lugar do outro não é uma tarefa simples e envolve bastante empenho, principalmente em situações desafiadoras, como nos desentendimentos ou ao lidar com pessoas mais difíceis.

No entanto, é muito mais complicado estabelecer uma relação de confiança ou, simplesmente, de harmonia entre dois ou mais indivíduos quando não há, nem que seja um pouco, de empatia.

Observe

Ser alguém mais observador pode fazer uma grande diferença em sua vida. Isso permite identificar detalhes sobre as situações ou as pessoas, que passariam despercebidos sem um olhar atento.

Por meio de uma boa observação, por exemplo, é possível notar se um indivíduo se sente desconfortável com determinados assuntos, ainda que não verbalize, e ter mais jogo de cintura nas conversas. Diversos conflitos podem ser evitados e há mais chances de construir boas relações a partir desse simples ato. 

Faça pedidos

Sabe aqueles comportamentos alheios que trazem bastante desconforto? Ou, então, um determinado assunto que é mais delicado, na sua percepção, do que parece para os outros? Experimente mencionar e falar mais sobre isso.

Pedir para que outras pessoas não reproduzam determinadas atitudes com você ou que mudem de assunto, quando necessário, não é problema algum. É possível manifestar desconforto ou insegurança, em alguns momentos, sem tornar a comunicação desagradável.

Basta pedir com educação e respeito. Por exemplo, dizer “Poderíamos falar sobre outro assunto? Ainda não me sinto confortável para conversar sobre isso.” quando o tema é delicado, mostra como você se sente e incentiva a empatia da outra pessoa.

Essa mesma dica pode ser aplicada sempre que você precisar de ajuda com alguma situação, como pedir um aumento no salário, ou nos contextos em que é necessário dar uma ordem. O importante é mostrar o seu ponto de vista enquanto faz o pedido, para que o acolhimento da outra parte seja mais natural.

Quer mais um conselho? Experimente fazer isso também com a educação das crianças. Assim, os pequenos crescem com ótimos exemplos de como ter as individualidades respeitadas e praticam isso ao longo da vida. 

Use dados e estatísticas

E nas situações que necessitam de bons argumentos? Como manter a comunicação não violenta? Uma saída é utilizar dados e estatísticas, mostrando que uma determinada fala vai além da sua própria opinião.

Lembre-se também de que as outras pessoas têm todo o direito de não aceitarem o seu ponto de vista, e isso não precisa afetar a sua autoestima. O importante é saber que você apresentou os argumentos que acha válidos, e que isso é o máximo que está ao seu alcance.

Quais são os benefícios da comunicação não violenta?

Só de ler até aqui, já dá para notar os ótimos impactos que a comunicação não violenta é capaz de proporcionar na vida de uma pessoa, não é mesmo? Ainda assim, vamos listar alguns dos principais benefícios, como:

  • reforça o seu posicionamento sobre um assunto, sem interferir no dos outros;
  • permite acolher as pessoas em momentos difíceis;
  • facilita a comunicação com quem você conhece e não conhece;
  • aumenta o vínculo com a família, os amigos e os colegas;
  • ajuda a se expressar melhor no dia a dia;
  • mostra habilidades interpessoais, atraindo olhares de recrutadores e líderes;
  • abre portas para boas oportunidades na vida profissional;
  • garante um melhor desenvolvimento pessoal e maior satisfação consigo mesmo.

Gostou de saber mais sobre a comunicação não violenta e de conhecer o seu potencial para assumir uma postura mais amigável e proativa no ciclo social? Então experimente colocar essas dicas em prática no dia a dia e desfrute de todos esses benefícios.

Dê o primeiro passo nessa questão compartilhando este post em suas redes sociais. Assim, mais pessoas podem conhecer esse importante conceito!

Cartão de TODOS

Redator

Olá! Como podemos ajudar?